Inclusão: compromisso ou modismo ?
Hoje me baixou o santo da duvida, após o relato de uma mãe de um garoto :Paralisado cerebral de 15 anos que teve , no ano passado , numa escola especial. A alegação da ilustre ``Professora do ‘’ensino especial`` para NEGAR um dos mais básico direito de TODO cidadão brasileiro foi a suma afirmação:
-Ah , ele tem muito comprometimento motor e, alem disso mãe , ele usar sonda para se alimentar ...
- Ué , sempre imaginei que a função do ensino especial fosse abrigar aquele alunos que tivessem maiores comprometimento e tentar, na medida do possível, inseri-lo , na sociedade . Mas pelo visto para esta professora não é assim. Antes de concluir que, o ensino especial tivesse perdido totalmente meu santo fez uma indagação muito mais séria :
- Quais são os deficientes que NÓS queremos vê inserido na sociedade ?
- todos
Mal eu respondi essa pergunta ``tão obvia `` o preto velho veio com outra :
-Se vocês querem que todos os deficientes sejam aceitos , inseridos na sociedade , que tipo de compromisso você tem com esses sujeitos (seja ele a Donw da novela , pc da palestra ou qualquer outro ? ) Grilado com o relato da mãe e as perguntas do caboclo mala fiquei e ainda estou .
Eu sei que nem todas as crianças com necessidades especiais vão ser jornalistas, contador, medico ... Mas idai? Poderão ser outras coisas , mas o que? Que opções eu com, as minhas palestras e matérias , construir para pessoas como o Lucas , o garoto de quem falei no começo? Talvez nenhuma . Será que a inclusão que a gente julga está construindo as duras penas apenas fica na superfície? nas palestras? Beneficia apenas aquele deficientes que na nossa cabeça passa no teste da ``quase normalidade`?

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